Entrevista sobre KIKA E A ESTRELA ENCANTADA concedida a revista NJINGA E SEPÉ

 

24.Kika e a estrela encantada: entrevista sobre o cordel sinalizado

Autores

  • Kelly Priscilla Loddo CezarUniversidade Federal do Paraná -Brasil https://orcid.org/0000-0002-6854-2864
  • Danilo da Silva KnapikUniversidade Federal do Paraná -Brasil
  • Klícia de Araújo CamposUniversidade Federal do Paraná

Palavras-chave: 

Cordel, Libras, História em quadrinhos

Resumo

Link do Vídeo da Revista: https://youtu.be/jpBP3O1jzso

O professor surdo e pesquisador Danilo da Silva Knapik da Universidade Federal (UFPR), campus de Curitiba/PR realiza uma entrevista Klícia de Araújo Camposautora e idealizadora do primeiro Cordel sinalizado “Kika e a estrela encantada”. O cordel é um quadrinho inédito produzido e coordenado pelo projeto institucional “HQ’s Sinalizadas” e ilustrado voluntariamente por Beto Potyguara. Nesta entrevista, Klícia relata os preconceitos vividos por ser surda e nordestina. Parte de sua história de vida é representada pela personagem principal Kika, uma adolescente surda e tem sinal em Libras, que é a Letra K, apontada para as “três pintinhas” que tem no rosto. Kika é solitária, porém muito curiosa e inteligente. Mora na cidade de Teixeira-Paraíba (onde nasceu o cordel), vive com sua família e tem dificuldades de entender o que se passa na sua família (danças, folheto e contação de histórias) e se comunicar com seus familiares, pois não sabem libras.  Mas ao longo da trama, Andorinha e seu avô fazem dela conhecer um mundo mágico do Cordel, graças a estimulação pela Andorinha e seu avô. A autora conta na entrevista todas as situações e dificuldades vividas durante esse período e também a dificuldade e o preconceito até hoje vivido por ser surda e nordestina e como conseguiu mudar estes obstáculos até se transformar em uma professora universitária surda, uma grande referencia nacional. Além disso, também relata a importância de se ter mais materiais bilíngues para surdos no formato visual, como é o caso das HQs sinalizadas.

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FONTE: REVISTAS UNILAB

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